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Um grito de socorro

A Amazônia é popularmente conhecida como “O pulmão do mundo”, mas este “pulmão” está cada dia mais ameaçado pelo desmatamento e pelas constantes queimadas.

Desde a década de 1970, 15% da Amazônia nacional (que equivale ao território da França), foi completamente destruída por estas atividades ilegais. Em 1970, a Amazônia era responsável por apenas 12% das exportações de madeira, hoje é responsável por 90%. Dados alarmantes que colocam em risco o futuro do mundo.

Os Índios que vivem nesta região estão tendo que atuarem como “cúmplices” destes madeireiros, para garantirem sua existência. Existem varias denúncias contras os índios, uma delas foi publicada há dois anos pelo jornal Estado de São Paulo, onde o chefe dos índios, Megaron, revelava que os índios recebiam R$ 50 para permitirem a exploração de mogno das áreas preservadas. 
 Mas não pensem que os índios são os culpados por está destruição desenfreada da Amazônia. Nós somos os principais culpados. Os índios não tem saída, ou fazem isso ou morrem, nós não. Estamos aqui, muito longe mais ao menos tempo muito perto da destruição, assistindo passivamente ao nosso fim.

ONGs foram criadas para fiscalizar estes crimes, mas se nós não tomarmos uma atitude, de nada adiantarão. Foram grupos poderosos que dominaram a Amazônia, com dinheiro e influência. E se não pararmos de achar que o problema não é nosso, em menos de 30 anos, contaremos para nossos filhos e netos que existiu “O pulmão do mundo”, mas que nossa passividade o destruiu.  

Fonte: Greenpeace

Foto: Diário de um cão



 Escrito por Filipe Lopes às 13h25
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Crédito de carbono rende R$ 34 milhões à Prefeitura de São Paulo

O banco privado holandês Fortis Bank NV/SA foi o vencedor do primeiro leilão público de créditos de carbono do Brasil.Estavam à venda 808.450 Reduções Certificadas de Emissões (RCEs), conhecidas como créditos de carbono, de titularidade da Prefeitura de São Paulo, geradas do projeto do aterro sanitário Bandeirantes, em Perus, na zona oeste da cidade. O leilão foi realizado pela Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).

O Fortis pagou 16,20 euros a tonelada de carbono, valor superior aos 12,70 fixados pela prefeitura,

O primeiro lance, de 13 euros a tonelada, foi feito pelo próprio Fortis apenas 11 segundos depois de o leilão ser aberto, às 10 horas em ponto. Ao todo, 14 empresas confirmaram o interesse pelas RCEs da Prefeitura, mas apenas nove fizeram lances na hora e meia de duração do evento. O valor mais próximo ao do preço de venda coube ao banco de investimento americano Goldman Sachs, um dos maiores do mundo, que ofereceu 15,90 euros pela tonelada.

Segundo o prefeito, o sucesso da venda faz de São Paulo um exemplo para outras cidades brasileiras no que diz respeito a ações que visem reduzir o efeito estufa. Na visão do presidente da BM&F, Manoel Felix Cintra, o primeiro leilão no mercado à vista realizado no mundo por uma bolsa regulada não apenas ajuda a organizar o mercado de RCEs como chama a atenção de investidores externos para o Brasil.

Os créditos de carbono vendidos ontem pela Prefeitura de São Paulo correspondem ao volume de 1,670 milhão de toneladas de gás metano, um dos mais nocivos ao meio ambiente, que deixou de ser lançado na atmosfera.

Uma concessão feita pela Prefeitura, por meio de licitação, à Biogás Energia Ambiental, permitiu que o lixo virasse matéria-prima para a geração de energia elétrica.

 

   Foto: Blog ssunssett

 


 

 



 Escrito por Flavio Taurisano às 21h22
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Falta de educação urbana

                       

Não é necessário irmos muito longe para avistar a falta de educação ambiental da população. Basta irmos ao centro da capital paulista para tomarmos conhecimento da gravidade do problema. Simplesmente caminhando pelas ruas nota-se a sujeira a qual a cidade é submetida, devido a grande quantidade de lixo jogado nas calçadas, rios, esgotos, córregos, etc.

Existem vários projetos em prol do meio ambiente, várias mobilizações populares para que a população se conscientize de seus hábitos errados e parem de destruir o meio ambiente, porém esses não se importam com os riscos que causam quando jogam detritos na rua, não tem noção que estão destruindo aos poucos o seu próprio lar dessa forma, é uma maneira de devastar um pouco mais a terra.

A destruição do nosso meio ambiente não se dá apenas por queimadas, utilização de gases destruidores da camada de ozônio ou por jogar esgotos em rios. Contribui muito para a degradação do planeta, a emissão de CO² dos escapamentos de carros, jogar lixo na rua, os quais futuramente entupirão bueiros e causarão enchentes, despejar detritos em locais em céu aberto.

Porém sujar não é o único problema, limpar também! Sim, limpar! Por exemplo, o gasto de água toda vez que se lava quintal todos os dias, o desperdício de lavar carro com a mangueira aberta, lavar calçadas ao invés de varrê-las. Isso tudo ajuda para que o meio ambiente se desgaste cada vez mais. Não é fato raro passarmos na rua e vermos pessoas lavando carros, conversando e desperdiçando água. 

É necessário que tomemos consciência de que evitar mal tratar o nosso meio ambiente é preservar nosso futuro, e a partir disso sabemos que é nosso dever não somente realizar nossa parte poupando o meio ambiente, porém devemos sempre que conscientizar quem está à nossa volta. Volto a dizer, se cada um fizer a sua parte, iremos mobilizar o mundo!

 

Foto: Meio Ambiente



 Escrito por Cesar Voltolim às 14h40
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Três etapas

  A Prefeitura de Ribeirão Pires lançou neste ano na rede municipal escolar o projeto PIPA. O projeto visa em atividades extracurriculares conscientizar os alunos nas áreas de esporte, cultura, e meio ambiente. O programa é divido em três etapas: o PIPA I – Programa de Incentivo ao Pequeno Atleta; o PIPA II – Programa e Incentivo ao Pequeno Artista e PIPA III – Programa de Incentivo à Preservação Ambiental.

A Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer é a responsável pelo desenvolvimento do projeto, e o mesmo ainda conta com o acompanhamento de estagiários de universidades próximas. O programa é uma expansão de um pequeno programa que obteve grandes resultados com as crianças, feito pela EMEI Tia Mariinha, Av. Ribeirão Pires, 851 - V. Aurora.

Depois de tantas provas que cuidar do meio ambiente hoje não é apenas necessário, mas sim vital, ainda é preciso causar outros estímulos para que as pessoas se conscientizem. Talvez o simples projeto ambiental não estimulasse tanto o público e nem as crianças, por isso foram implantadas as etapas culturais e esportivas.



 Escrito por Rodrigo Santos às 14h26
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